{"title":"Autores Estrangeiros","description":"","products":[{"product_id":"o-vampiro-passivo","title":"O Vampiro Passivo","description":"Publicada originalmente nas Éditions de l'Oubli em 1945 (Bucareste), \"O Vampiro Passivo\" é, por um lado, um eco do Primeiro Manifesto não-edipiano de Ghérasim Luca, hoje desaparecido, expressão reveladora de uma literatura revolucionária que persegue a “constelação espectral da superação humana”; e, por outro, traduz a busca fantasmática por Déline (o ente amado), no ténue limiar entre biografia e literatura, no limbo confessional do amor-ódio. A magia da prosa poética e a volúpia estilística – onde ressoa tanto a entrega magmática de Breton a Nadja quanto o voraz sussurro de Lautréamont – imprimem ao surreal fio narrativo uma tensão que entrelaça o leitor entre a sedução e a angústia.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eEm suma, um texto refractário a classificações óbvias: o delírio como must surrealista mistura-se com a precisão científica e a dissecação de acontecimentos; a psicanálise como método literário é incapaz de superar a força imagética da psicose; a proposta do jogo de “Objectos Objectivamente Oferecidos”, variante da função simbólica dos objectos em Salvador Dalí, no prólogo da obra, infesta de erotismo a troca libidinal e mística entre jogadores-personagens e objectos, jogo inusitadamente ilustrado ao leitor com o registo fotográfico dos objectos oferecidos.","brand":"Ghérasim Luca","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46884264640803,"sku":"978-989-8306-15-9","price":10.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/o-vampiro-passivo.png?v=1698240727"},{"product_id":"vos-luminosos-e-elevados-anjos","title":"Vós, Luminosos e Elevados Anjos","description":"\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003eVós, Luminosos e Elevados \u003cem data-mce-fragment=\"1\"\u003eAnjos\u003c\/em\u003e\u003c\/i\u003e, a primeira obra do escritor norte-americano William T. Vollmann (publicada originalmente em 1987), é um delirante e \u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003ecartoonesco\u003c\/i\u003e exercício de fantasia e imaginação que ficciona uma guerra entre as forças reaccionárias e autoritárias que controlam o mundo (comandadas pelos inventores e proprietários dos meios de produção de electricidade) e os insectos (aos quais se alia um grupo de guerrilheiros revolucionários liderados por Bug, o herói do livro).\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eNeste livro, a mais recente dimensão da distopia capitalista na sua fase computacional, em geral ausente das monografias literárias, é analisada pelo autor de \u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003eEurope Central \u003c\/i\u003ee \u003ci data-mce-fragment=\"1\"\u003eThe Atlas \u003c\/i\u003ecom controversa ferocidade e sarcasmo e sem ceder ao facilitismo das soluções imaginárias. Não há mapa de fuga nem exílio possível face à neo-mitologia do projecto capitalista que, à medida que promete a salvação com a pretensa infalibilidade da tecnificação, vai impondo a crença de que o humano enquanto instância antropológica e relacional falhou.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eAs montanhas imersas na névoa, a floresta cerrada, o paul, a central eléctrica e o seu sistema concentracionário, o laboratório de fotografia, a piscina em ruínas, de água acastanhada e com as fundações de ferro à mostra, são as miniaturas luminescentes do mundo por onde vagueiam os anjos quase-anónimos que são as personagens-marionetas desta história. Em subtexto desvela-se um mundo hipercodificado pela ficção e pela obsessão mitomaníaca que, no entanto, se mostra insusceptível de ser dominado em absoluto pelos artefactos culturais, simbólicos e significantes produzidos pelo humano – um espaço inanimado e inerte que apodrece sob o espectro da insidiosa invasão da vegetação selvática, hostil e resoluta que cresce nas suas entranhas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2014\/12\/12\/culturaipsilon\/noticia\/na-imaginacao-delirante-de-w-t-vollmannn-1678771\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"William T. Vollmann","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46884323655971,"sku":"978-989-8306-16-6","price":24.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/vos-luminosos-e-elevados-anjos.png?v=1698240747"},{"product_id":"central-europa","title":"Central Europa","description":"\u003cp\u003e(Edição limitada em Serigrafia)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVencedor do National Book Award em 2005, Central  Europa constitui um notável exercício literário que se propõe meditar sobre a moralidade das acções humanas no contexto de uma época histórica em que a moral se desloca do limbo da incerteza para a pura impraticabilidade. Nesta colossal obra de ficção, o escritor norte-americano William T. Vollmann centra o seu olhar nos regimes totalitários que vigoraram, durante parte do século XX, na Alemanha e na União Soviética, narrando, em tom de ironia fúnebre, a marcha insana destes dois leviatãs antagónicos, e autopsiando o mapa da terrível era a que estes deram origem.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003eA história, politemporal e polifónica, deste livro enlaça os percursos e os destinos, ao mesmo tempo obsessivamente documentados e imaginativamente ficcionados, de uma série de personagens (quase todas) reais, entre as quais se conta a artista plástica alemã Kathe Kölwitz, a poetisa russa Anna Akhmatova, o jovem oficial da SS Kurt Gerstein, os generais Vlasov e Paulus, o realizador de cinema soviético Roman Karmen, entre outras. A mais proeminente dessas personagens, cuja vida domina, acima de todas as outras, os diferentes movimentos desta sinfonia literária é, contudo, a de Dmitri Chostakovich, o compositor soviético, que nesta obra é retratado como um homem assombrado por dois rostos: o rosto omnipresente de Estaline e, sobretudo, o rosto secreto de Elena Konstantinovskaya, a mulher-amante que, como o próprio autor diz, é ela própria a Europa, a ideia de transcendência que hipnotiza e atrai a História para o abismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2018\/04\/13\/culturaipsilon\/noticia\/a-sinfonia-de-william-t-vollmann-que-manuel-neto-ousou-tocar-1809756\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2018\/02\/02\/culturaipsilon\/opiniao\/a-literatura-exilada-1801283\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"William T. Vollmann","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46884421599523,"sku":"978-989-8306-19-7","price":26.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/europe-central.png?v=1698240656"},{"product_id":"nota-de-rodape-na-historia-oito-anos-de-conflitos-em-samoa","title":"Nota de Rodapé na História: Oito anos de conflitos em Samoa","description":"Fazendo-se ao mar em São Francisco, esperançado nos ventos alísios para recobrar dos crónicos problemas de saúde quando “as únicas coisas a que podia aspirar seriam a enfermeira e o cangalheiro”, Robert Louis Stevenson chegou às Ilhas de Samoa em plena guerra civil samoana.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eA bordo do iate Casco ou, mais tarde, da escuna Equator, o célebre autor de A Ilha do Tesouro e de O Estranho caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde exulta com o tráfico de histórias de corsários errantes e baleeiros aniquilados, com crenças tribais e lendas antropofágicas, cruza-se com os lendários vagabundos de praia, conhece mercadores, donos de plantações, ilhéus, escravos, princesas indígenas, chefes-tribais, missionários, oficiais navais, representantes consulares e coloniais…\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eDurante estas viagens, mergulha no manto de contradições vivido por culturas autóctones em plena asfixia pela doutrina missionária e pelos conflitos das potências presentes no Pacífico Sul, esse insidioso cocktail trazido pela Civilização composto pelo conceito de pecado e pelo conceito de propriedade. Uma Nota de Rodapé na História é um reflexo desse confronto de culturas nas Ilhas Samoa e traduz a vontade do escritor \"prestar serviço a um país conturbado\".","brand":"Robert Louis Stevenson","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889552511267,"sku":"978-989-8306-04-3","price":16.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/oito-anos-de-conflitos-em-samoa.png?v=1698241571"},{"product_id":"o-jazz-da-bancarrota-e-outros-contos-nem-sempre-grotescos","title":"O Jazz da Bancarrota e outros contos (nem sempre) grotescos","description":"À luz do presente, os contos reunidos nesta antologia deixam-nos a impressão de terem sido escritos sobre a fase política da Europa de hoje, ao trazerem à superfície o homem precário e anónimo, controlado pela política do Estado, depauperado pelo economicismo e pela plutocracia da Banca, disciplinado pelas organizações hierárquicas que cercam o quotidiano, endomingado pela moral fetichista da cultura de massas.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eContudo, mesmo se o flamengo se mune de um discurso farsante, virtuoso e rigoroso, para ridicularizar a organização social da mentira, a sua função não era em nenhum momento apresentar certezas, talvez por saber que as certezas, nomeadamente as que dominam, constituem um obstáculo à mudança.","brand":"Paul van Ostaijen","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889598550307,"sku":"978-989-8306-10-4","price":16.0,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/o-jazz-da-bancarrota.png?v=1698242582"},{"product_id":"telemovel-13-historias-a-moda-antiga","title":"Telemóvel - 13 histórias à moda antiga","description":"\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eColectânea de contos de uma das mais surpreendentes vozes da nova geração de escritores de língua alemã. A obra de Ingo Schulze está traduzida em 27 línguas e tem sido agraciada com inúmeros prémios literários.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eIngo Schulze (15 de Dezembro de 1962) nasceu em Dresden, na antiga Alemanha de Leste. Estudou filologia clássica na Universidade de Jena e, até à reunificação alemã, foi assistente de encenação no Teatro Nacional em Altenburg, perto de Leipzig. A noite passada em branco no dia da queda do muro de Berlim, em 1989, levou Schulze e um grupo de amigos a criar um jornal. Alguns anos depois, passou seis meses em São Petersburgo, experiência que se tornou a base para a sua estreia literária, o livro 33 Augenblicke des Glücks (\"33 instantes de felicidade\"), publicado em 1995 e que venceu o Prémio Literário Aspekte. A publicação de Simple Storys (1998) deu-lhe mais um punhado de prémios.\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2011\/05\/13\/jornal\/o-telemovel-de--ingo-schulze-22014118\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.diariodominho.pt\/2012\/07\/29\/a-crise-vista-por-um-escritor\/\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp data-mce-fragment=\"1\"\u003eTítulo Original: \u003cem data-mce-fragment=\"1\"\u003eHandy - Dreizehn Storys in alter Manier\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Ingo Schulze","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889621192995,"sku":"978-989-8306-08-1","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/telemovel-13-historias-a-moda-antiga.png?v=1698242973"},{"product_id":"ferdydurke","title":"Ferdydurke","description":"\u003cp\u003eObra-prima de W. Gombrowicz, considerado o mais importante escritor polaco da modernidade; Ferdydurke é uma busca desenfreada pelo sentido do absurdo e dos paradoxos do comportamento humano.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eImaginem um filho de boas-famílias farto do magote de boas-tias, sarcástico q.b., com a soberba dos tios generais e oficiais graduados, entediado com o saraus de violoncelo e piano dos salões de Varsóvia, indiferente ao molhar da sopa na cozinha, de quando em vez, com as empregadas, e imaginem uma provável crise existencial por entrar na casa dos 30 anos, um talento inesgotável para a criação (ou destruição criativa?) literária, uma inclinação natural para a extravagância e a chacota, um temperamento mimalho e fuzilador, imaginem um jovem escritor a dar largas ao seu génio num romance (?) em que lhe deu para gozar com toda a gente e com ele próprio, num \"tom fantástico, excêntrico, bizarro\" à beira da \"mania, da loucura, do disparate\".\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eFalamos, claro, de Gombrowicz e do seu indescritível livro, Ferdydurke. As citações acima são do próprio autor e dão-nos uma leve imagem de uma das mais inteligentes óperas bufas jamais escritas. Se o condão de desferir um soco no estômago ao leitor, ou de lhe provocar um profundo mal-estar, é uma virtude de uma dezena de escritores, o escritor polaco desfruta dessa mestria, já não com a convulsão e as vísceras de fora de Céline, ou esborrachando-nos contra a parede numa queda sem rede como Camus, mas provocando-nos no início risos amarelos, tirando-nos subtilmente as máscaras uma a uma até nos deixar ao léu, acabando por nos arrasar em pantomina geral ao enfiar-nos as ceroulas pela cabeça abaixo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2011\/10\/12\/culturaipsilon\/noticia\/witold-gombrowicz-o-elogio-da-imaturidade--295005\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2011\/10\/12\/culturaipsilon\/critica\/imperfeicao-humana-1657442\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e Ligação: \u003ca href=\"http:\/\/ipsilon.publico.pt\/livros\/texto.aspx?id=298131\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Witold Gombrowicz","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889637642531,"sku":"978-989-8306-05-0","price":19.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/ferdydurke.png?v=1698243576"},{"product_id":"parecon-a-vida-depois-do-capitalismo","title":"Parecon - A vida depois do Capitalismo","description":"\u003cp\u003eParecon parte de onde muitas vezes terminam as críticas que denunciam os atropelos ao humano causados pelo capitalismo. Assume que já não é necessário dissecar mais o cadáver em exposição que desfila diante e por entre a vida comum de milhões de pessoas. Parte dessa evidência para ensaiar uma visão sobre o que vem a seguir, numa vida social livre de mercantilismo e de instituições autoritárias, e para cartografar as linhas gerais que podem constituir uma outra forma de organizar a vida económica, de economia autogestionada e de democracia directamente exercida.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eTraduzido em mais de vinte línguas e fenómeno popular, Parecon é uma construção teórica que sistematiza um conjunto de ferramentas que podem ajudar à implantação prática de uma sociedade alternativa, mas consciente que esses utensílios devem ser usados livremente, onde quer que sejam úteis em geografias variáveis (no local de trabalho, no bairro, na comunidade, na troca de bens), numa construção feita de baixo-para-cima, livre dos mercados e dos princípios anti-democráticos em que assenta o capitalismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca title=\"Na imprensa\" href=\"http:\/\/www.jornalmapa.pt\/2018\/11\/06\/a-economia-participativa\/\" target=\"_blank\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTítulo Original: \u003cem\u003eParecon - Life After Capitalism\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Michael Albert","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889682043171,"sku":"978-989-8306-13-5","price":18.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/parecon-a-vida-depois-do-capitalismo.png?v=1698244476"},{"product_id":"cada-homem-um-artista","title":"Cada Homem Um Artista","description":"\u003cp\u003eUma compilação de diálogos de Joseph Beuys com vários interlocutores, sobre arte, educação, sociedade, capitalismo liberal, a emancipação das mulheres ou a consciência crítica e social do ser humano, entre outros temas, numa acção levada a cabo pelo artista no Documenta 72 - certame de arte contemporânea de Kassel (Alemanha).\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eFigura central da consciência artística na Europa do pós-guerra, a obra de Joseph Beuys (1921-1986) tornou-se numa permanente instalação verbal, fulcro da sua desdobragem enquanto activista, pensador e professor itinerante (o fluxo beuysiano levou-o a fundar a Universidade Livre Internacional, a Organização para a Democracia Directa ou os Verdes), e rastilho incontornável da sua figura controversa e prometeica. Poucos artistas no século XX rivalizaram Beuys na ruptura estética, na amplitude artística e na contínua experimentação do seu inusitado processo de expressão enquanto escultor, performer, pedagogo, pensador radical e activista social e político.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eCada Homem Um Artista é precedida por um aprofundado ensaio (Beuys, homem-arena) que parte de uma leitura global sobre o pensamento e a actividade do artista alemão no confronto com a sua época, não se confinando nunca a uma mera crítica de arte.\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003e\u003cbr data-mce-fragment=\"1\"\u003eUma biografia completa e uma extensa bibliografia sobre J. Beuys enriquecem ainda a 2ª edição desta obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLigação: \u003ca href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2018\/03\/01\/culturaipsilon\/opiniao\/a-revolucao-somos-nos-joseph-beuys-em-documentario-1804963\" target=\"_blank\" title=\"Na imprensa\" rel=\"noopener noreferrer\"\u003eNa imprensa\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Joseph Beuys","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":46889703112995,"sku":"978-989-8306-09-8","price":14.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0825\/8784\/4899\/files\/cada-homem-um-artista.png?v=1698244874"}],"url":"https:\/\/7nos.myshopify.com\/collections\/autores-estrangeiros.oembed","provider":"7 Nós - Editora","version":"1.0","type":"link"}